Campinas, 25 de Junho de 2022
VIAGEM BARRA BONITA...
15/06/2022
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(atualizado s 16;39 horas - 24/06/2022)

ROMANTISMO JORNALSTICO OU JORNALISMO ROMNTICO?

PROVAVELMENTE GONZO!




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40 QUILMETROS DE CHO BATIDO

Viagem de comemorao do “Dia dos Namorados’ a Barra Bonita leva casal de jornalista Cibele Vieira e Gilberto Gonalves, diretores da Agncia de Notcias e Editora Clicknotcia, de Campinas/SP a viver situaes inusitadas. Comeou com passagem por estrada com mais de 40 km de cho batido, indicada pelo Google Maps, em pleno mar de cana de acar, a partir de Santa Maria da Serra, e onde est sendo construda a nova planta da modernssima Amyris, cuja placa indica: “A fbrica do futuro comea, aqui – Amyris fermentao de performance” e a unidade do ‘Projeto Arbia” de exportao arroz para a Arabia Saudita pela Camil.

A ideia inicial era sair de Campinas rumo a Barra Bonita para um passeio de barco incluindo a passagem pela eclusa local, seguindo pela Rodovia Marechal Rondo via Botucatu. Cujo percurso inclui vrias transposies por ponte de extenses vrias de reas represadas do Rio Tiet naquela regio. Uma desateno ao aplicativo levou a uma estrada ladeada por um imenso canavial que parecia no acabar nunca. Como o destino final indicava Barra Bonita a deciso foi tocar em frente.

VALEU A PENA

Apesar de estrada de terra o cho estava bem batido e bem cuidado com vrios caminhes pipas com esguicho traseiro molhando para evitar muita poeira. Apesar de plantao de cana dos dois lados da estrada a vista permitia entre cortes da paisagem com cana em vrios estgios de crescimento. Assim at o Rio Tiet que corre para interior era visvel em alguns pontos da estrada.

E onde h plantao de cana h com certeza carretas, grandes carretas para transportar a gramnea da plantao s usinas e retornarem vazias. Mas de trinta cruzaram o caminho durante o percurso. A maioria, quase a totalidade, trazia uma cabine decorada caprichosamente com logos da empresa Budel. Apesar da estrada, barro e poeira, estavam limpas e vistosas. Seus motoristas sorridentes acenavam educadamente.

A sinalizao, de certa forma desnecessria aos que costumam trafegar pelo local estava, quando existente, desgastada e mal-cuidada em pequenas placas com a que indicava “Barra Bonita” claramente pintada a mo.

J prximo a estrada asfaltada para a cidade a portentosa estrutura metlica da nova unidade da Amyris deslumbre aos olhos de qualquer um que passe por ali numa primeira vez. Grande e nova a unidade j deixa escapar alguns jatos de vapor de algumas de suas caldeiras. E nem mesmo funcionrios da empresa de energia eltrica local, trabalhando prximos enorme estrutura sabem direito explicar o que quando perguntados. “Moo uma fbrica de remdios de cana”. Pouco, mas isto mesmo.

Na explicao da Amyris em seu site a coisa um pouco diferente: “Como fabricante lder mundial de ingredientes sustentveis ​​feitos com biologia sinttica, nossa tecnologia permite que milhes de pessoas, jovens e idosos, desfrutem de produtos ecologicamente corretos feitos com nossos ingredientes sustentveis.Usando a fermentao da cana-de-acar, convertemos acares vegetais bsicos em molculas bioidnticas raras, ingredientes essenciais e produtos de uso dirio limpos e eficazes.Somos pioneiros apaixonadamente no futuro da qumica limpa, onde as pessoas e o planeta podem prosperar.

E da Camil os trabalhadores souberam infirmar tambm o bsico: “ fbrica de arroz e feijo”. E sobe a placa de Projeto Arabia nada sabiam. Da mesma forma o site da Camil Alimentos explica de forma mais complexa: “O Grupo Camil Alimentos, que j est presente na Arbia Saudita atravs de alguns restaurantes, tem este mercado como um dos prioritrios para desenvolvimento e ampliao nos prximos anos. “Enxergamos a participao na Foodex Saudi feira focada em alimentao que reuni, 32 pases, 214 expositores e 520 marcas. Assim a Arbia Saudita um dos mercados-alvo do projeto Brazilian Rice e est entre os dez principais compradores de arroz do Brasil. como parte importante desse processo”, salienta Wanessa Augusto, gerente de exportao da empresa.

A TURISTICA BARRA BONITA

Logo na entrada da cidade h um museu que mostra em acervo um pouco desarranjado a histria da cidade, do rio Tiet e claro da Eclusa. No saguo de entrada h um piano e como na maioria dos lugares onde h um instrumento destes estava l a placa: Proibido tocar o piano. Na galeria propriamente, h de tudo entre fotos, mapas, maquetes e at animais empalhados. Se destaca entre os objetos um arranjo que mostra a degradao da gua do Tiet desde a sua nascente. O funcionrio cortez e para explicar onde est o barco que ser hotel do casal ele faz questo de contar que j foi embarcado no Trapi.

Na mesma avenida na beira do rio, logo aps o museu, como em muitas outras cidades tursticas ou no, se encontra a Feira de Artesanato local. E o que se encontra na feira de artesanato de Barra Bonita? O mesmo que se encontra nas feiras de artesanato das outras cidades. Barracas de comida, de bolsas e de roupas onde h pijamas em profuso quase todos iguais e sem nenhum a marca que os identifique sendo de Barra Bonita.

A avenida beira rio o ‘point’ da cidade. Nela est tambm o outro museu. O Museu da Cidade de Barra Bonita. O prdio, tambm como muitos outros em outras cidades j serviu de estao ferroviria. Este merece mesmo a categoria de museu. Est lotado de velharias das mais diversa, cadeiras de dentistas, de barbeiro, panelas, e muitas em pssimo estado de conservao.

No piso superior do prdio a quantidade de velharia exposta igual ao piso inferior. Destaca-se em mvel envidraado uma coleo de trofus do radialista e locutor esportivo famoso e nascido na cidade Fiori Gigliotti. Era conhecido como "O Locutor da Torcida Brasileira", famoso por bordes como "Abrem-se as cortinas, comea o espetculo" e "o tempo passa". Narrou 10 Copas do Mundo (1962-1998) pela Rdio Bandeirantes. Nasceu em 27/09/1928 e morreu em 08/06/2006 em So Paulo. A famlia est enraizada na cidade e tem estabelecimento comerciais de todo tipo com o sobrenome familiar.

A matriz da cidade a Igreja So Jose instalada numa praa de muitas rvores incluindo ips florido at um coreto. Mas a igreja fica fechada maior parte do tempo s abrindo nos horrios das missas que esto marcados em cartas na porta alta. E a prpria prefeitura explica a caraterstica da igreja “Como caracterstica de toda cidade do interior, est localizada no meio da praa principal, e que lhe d nome. Sua construo de linhas gticas valorizada por ricos altares e vitrais doados pelas famlias de Barra Bonita. Foi construda prxima primeira Capela, s demolida aps a sua inaugurao. A pedra fundamental foi lanada em 19 de maro de 1922 na festa do Padroeiro So Jos mas a primeira missa aconteceu no dia 19 de maro de 1926, dia de sua inaugurao. E a torre com seus 20 metros de altura s foi concluda no ano de 1929.

DEPOIS DA PONTE CAMPOS SALLES

A reserva no Hotel Flutuante Tapri foi feita distncia tudo on line. Apenas uma foto da cabine/camarote 3 foi enviada para a devida apreciao. No minsculo espao havia um beliche, um armrio, banheiro com privada que mais parecia infantil e o box com ducha para banho de boa presso e gua quente e fria regulvel. Tudo limpo, asseado e funcionando. Apesar do frio intenso, o interior do ‘camarote’ era um verdadeiro forninho.

Acomodadas as bagagens e o devido acerto das contas iniciais para a hospedagem e como a sada para o passeio noturno com jantar e msica ao vivo s seria s 19.;30 sobrou tempo para mais umas voltas pela cidade. Uma das sugestes era seguir por uns 40 minutos estrada avante at Ja onde se encontra um shopping de calados muito conhecido. Outras informaes sobre preos no condizentes e qualidade dos produtos acabou desmotivando.

Mas atravessando a ponte Campos Salles inaugurada em 5 de maro de 1915 e tombada como patrimnio histrico chega a outro municpio limtrofe: Igarau do Tiet. Um caminho ps ponte leva uma enseada na beira do Tiete conhecida como “Prainha”. Nela possvel brincar na areia e at nada no rio. H comrcios diversos no local inclusive um grande e famoso restaurante o “Canoa Grande”. Fica numa praa de onde se avista a magnitude da Barragem de Barra Bonita e sua eclusa.

Moradores locais j nem se entusiasmam mais com o movimento de vai e vem dos barcos transportando turistas rio acima e abaixo, algumas lanchas luxuosas e at jet-sky. Pela praa se tem acesso rea interna da barragem hoje comandada por empresa norte americana que dificulta ao mximo a chegada de curiosos. Bem prximo ao porto da rea restrita h uma gruta religiosa de Nossa Senhora de Lourdes com dizeres na placa: Nossa senhora de Lourdes virgem purssima Nossa Senhora de Lourdes que vos dignastes a aparecer a Bernadette, no lugar solitrio de uma gruta para nos lembrar que no sossego e no recolhimento que Deus nos fala e que ns falamos com ele. Ajudai-nos a encontrar o sossego e a paz da alma que nos ajude a conservar-nos sempre unidos a Deus, amm”.

O TAPRI NA ESCURIDO DA NOITE

J no fim da tarde sob um por de sol com nuvens de muitas cores sobrou a busca por um caf e descobrir que em padaria de Barra Bonita no tem caf para ser tomado. Restou o posto de combustvel e o caf expresso de mquina encontrado em qualquer parte do mundo. Na acomodao do Tapri, o hotel flutuante escolhido para o passeio agradou em muito a ducha quente do minsculo box de banho. No convs na popa do barco a banda de Mara Maravilha se acomodava e fazia ouvir os primeiros acordes de uma noite longa com muita msica diversa.

Por volta de 19;30 a sirene do Tapri soou forte. As amarras foram liberadas e ele comeou a singrar o Tiet rumo eclusa. A escurido da noite agradava o grupo que acompanhava a banda no passeio. As informaes sobre uma ‘eclusagem noturna’ foram, todas, de desestmulo. Antes do embarque comerciantes locais, eles mesmos surpresos com o passeio noturno, pois raro, diziam que seria uma perda de tempo. No escuro no se conseguiria ver nada.

Logo o comandante Diego, um jovem de 36 anos, parava a embarcao prximo entrada da eclusa e se comunicava com os responsveis pela operao toda automatizada do sistema e que ficam longe dali, numa central em Bauru. A comunicao entre eles em cdigos. O sinaleiro, como um semforo de trnsito com apenas duas lmpadas, verde e vermelha, na entrada do canal verdejou. A sirene soou forte novamente e o barco se pes entre duas paredes negras com mais de 20 metros de altura e com um vo entre elas de 6 metros. Cabem os barcos e sobre menos de um metro de cada lado para chegar a elas.

O processo comea com o barco indo rio acima. Dentro do imenso canal possvel ver as comportas se fechando proa e popa do Tapri. Aos poucos as paredes comear a diminuir sua extenso na altura. Cerca de 18 minutos depois a comporta proa se abre e o barco avana rio adentro. A escurido impede visualizar o a imensido do Tiet na parte superior da represada pela barragem. Os motores roncam e barco retorna para o espao reservado para a eclusagem agora na descida.

O processo de repete de forma inversa. A comporta que agora ficou popa se fecha e a gua e o barco comeam a descer. As paredes agora vo aumentando sua extenso de alguns metros para os quase 20 metros da altura total. A sirene soa no escuro da noite e a comporta proa se abre novamente com o barco no nvel do rio abaixo. A banda continua seu repertrio de musica popular brasileira para alegria dos embarcados e o Tapri segue lentamente para o porto. Por volta das 2 horas da manh de domingo, dia 12 de junho, Dia do Namorados, a banda encerra sua apresentao. Os que viera apenas para om passeio desembarcam com seus coolers agora vazios e os hspedes se recolhem aos seus camarotes.

DOMINGO DE SOL EM BARRA

E o domingo foi "Dia dos Namorados". Se no fosse tambm no faria diferena. O dia nasceu ensolarado, mas logo cedo, bem cedo, o rio estava enevoado. Os pssaros que dormiram nas rvores s margens ou empequens ilha no meio do rio, saiam em revoada diante dosm primeiros raios de sol. A famosa ponte entre Barra Bonita e Igarau do Tiet comea a receber trfego controlado pelo conjun to de semforo dos dois lados. Vermelho pra um, verde pro outro. Um vai pra l outro vem pra c. O velho pedao levadio da ponte para passagem dos barcos hoje esta desativado e envelhecido barulhento a cada veculo que passa sobre ele. Ns passamos pra l e pra c. Fizemos barulho.

Antes do Tapri sair para o passeio descendo o Tiet at a famosa fazenda Ponte, que segundo a locuo do comandante Diego, foi morada de D. Pedro I, houve tempo tambm para a travessia da ponte, das duas, a velha e a nova, a p. Sob a antiga o rio raso. H informaes de que seu calado no passa de trs metros. assoreado por galerias de guas pluviais carregadas de areia. Na ponte mais nova a do canal por onde passam os barcos hoje o rio fundo. Calado de 7 a 10 metros. Do outro de Barra Bonita est Igarau do Tiete. Logo aps a travessia uma rotatria ostenta um obelisco marco da cidade.

Por volta das 10 da manh o comandante do Tapri faz soar a sirene. Anncio de que o passeio rio abaixo vai comear. Virado para o rio acima a embarcao d meia volta ainda em frente seu atracadouro. E desce devagar no sentido da correnteza do Tiete para o interior do estado. De uma lado e de outro vrias propriedades ostentam seus pesqueiros em pontes, varandas ou na barranca do rio. A maioria est deserta. Havia gente em um ou dois deles. Em frente elevao onde no alto est a sede da fazenda famosa, o comandante d meia volta com o barco.
J quase meio dia e o almoo de domingo servido. O cardpio de feijoada, farta, lazanha e frango ao forno com batatas. No almoo o servio foi melhorm contralado e todos se servuiram adequadamente, sem alvoroo e sem falta de qualquer um dos pratos. Navegando de volta os passageiros terminam o almoo um pouco antes de nova atracao. Quem foi s para o passeio rio a baixo com direito a almoo. desce. Sobem outros, para a continuidade do passeio at a eclusa.

O TAPRI NA ECLUSA SOB SOL DA TARDE

S quem tem a oportunidade privilegiada de fazer a tal 'eclusagem' noturna e depois a diurna pode falar sobre as diferenas. Mesmo diante de muitos comentrios de que a noturna seria desinteressante ela , sem dvida alguma, muito mais emocionante que a diurna. Com o sol forte as altas apredes da eclusa nem parecem negras. As comportas no se mostram assutadores como a noite. Tudo fica claro luz do sol. O rio tambm. E este sim, de dia se mostra portentoso e lindo principalmente na parte superior da represa. Ale as margens se distanciam muito. A gua do rio se clarifica, azula e reflete o sol. Tudo isto s possvel durtante o dia e melhor ainda com o sol bem alto.

Depois da voltinha sobre a parte alta represesada o Tapri emborca novamente na canal de 'eclusagem'. Ao soar da sirena a comporta se fecha atr do barco. A gua, nos 50 mil litros que se acumulam no canal, comea vazar rio abaixo. E assim todas vez que feita um operao na eclusa. Esse imensao volume de gua desce pelo Tiete rumo ao interior. D at pra pensar que um dia a prte de cima vai secar. Ledo engano. A natureza faz a sua parte e o rio continua cheio sempre. E o homem colabora com a sua criando a hidrltrica usando a gua que desce para gerar inergia. Mover economias.

Abertas as comportas de baixo, o barco est novamente no nvel baixo do rio. O comandante Diego solta a voz pelo sistema de som para dizer que o passeio est acabando. Agradece a todos que estiveram com ele. Aos que embarcaram e ficaram hospedados nos camorotes do Tapri e aos que subiram s para o passeio de domindo. Como despedida, convida a todos para danarem a 'valsa do comandante' e explica que tradio em todo navio, no mundo inteiro, a despedida desta forma. Ele estimula os passageiros dizendo que valsa fcil de danar. apena sum pra l e um pra c. E muitos casais saem a valsar pelo convs, e at dentro da pequena piscina vazia por causa do frio.

Depois da valsa ele faz tocar vrios ritmos musicas de diversas partes do mundo. Tem mambo, rumba, tango e claro samba. E msicas do anos 50 fazendo o povo rodar aom som de Rita Pavone para alegria de muitos. Por fim, proximo do porto para a ltima atracao dom passeio do fim de semana "Dos Namorados". Eles se despede. Agradece novamente e diz que espera ter todos novamente no Tapri um dia para novo passeio. A sirene soa tres vezes longas. As contas so acertadas no 'chec out' e o Tapri fica l no porto sd costas de quem o curtir no passeio. Parece, segundo comentrios, que ele vai ser encostaddo para reforma para voltar novinho em folha em breve. Quem sabe?

A VOLTA PELA BELA RODOVIA MARECHAL RONDON

Se na ida houve o desvio que acabou sendo muito gratificante aos olhos de jornalistas a voltam foi mais gratificante ainda. Por Bauru o percurso se faz por estradas que cruzam grande reas represadas od Tiet na regio de Santa Maria da Serra pouco antes de So Pedro. So vrias travessias uma maior que a outra permitindo vises m aravilhosas dos dois lados do veculo para deleite do motorista e passageiro. As viagens um pouco mais longas sempre leva algum a necessitar do uso do acostamento.Nesta no foi diferente e o local escolhido era ornado por um arbusto e a represa do Tiete frente. (A odissia acabou gravada em foto e usada na chamada para esta finalizao da histria). E a sorte bateu novamente nos viahantes no retorno. Um fim de tarde com por de sol daquele de fazer babar fechou com chave de outro o paseio. Claro que ficou registrado em fotos como canavial da ida.

Na passagem por Piracicaba, ltima cidade antes da Campinas de origem da viagem e moradas dos jornaslistas, j era comeo de noite e a havia movimento intenso pelo ruas e nos postos de combustiveis. Sem saber explciar porque os frentistas enfretavam filas e mais fila de veculos com motoristas em busca de lcool/etanol cujo preo havia baixado casa do R$ 4,00. Tanque baixo virou cheio. De Pira a Campinas o aplicativo pregou mais um a pequena pea nos viajantes e recomendou seguir por um trecho da Rodovia dos Bandeirantes at Sumar para depois seguir at Campinas.

Era noite e fria no fim de domingo "Dos Nanorados" quando as malas foram desfeitas. Como Barra Bonita no oferece quase nada daquelas famosas lembranas 'estive em e lembrei de voc' fico apenas a saudade enfiada nos cobertores.

ERA A VOLTA AO LAR...









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