Campinas, 18 de Maio de 2022
EDIÇÃO 155
07/04/2022
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 EDIÇÃO 155 – 7DE ABRIL 2022
 DIA DO JORNALISTA


CAPA 
Manchete: 14 anos depois - Emdec para a Jasmim - moradores reclamamdo trânsito complicado
Sub-manchete: Associação Santa Cândida - Semáforo em cruzamento perigoso e esgoto no bairro 
Chamada 1: Republicamos a Edição Zero
Chamada 2: 110 grupos no Face e 1.031.020 leitores
Chamada3: Dia 7 de abril Dia do Jornalista - Comemoração dos 114 anos da ABI
 CONTRA CAPA
Anúncio institucional do JAT sobre as edições pré eleições de outubro de 2022
Haverá edição nos dias: 19 e 26 de agosto; 2, 9, 16, 23 e 30 de setembro



PÁGINA 2 DA ZERO E PÁGINA 2 DA 155
Na página da esquerda está a reprodução da Página 2 da Edição ZERO.
Na página da direita a Página 2 da Edição 155

Opinião - Editorial/Nota do Editor
14 ANOS DEPOIS - Dia a dia vivendo a Jasmim
A rua Jasmim, na verdade, é uma velha conhecida deste editor que já passava por aqui nos anos 70 quando ingressou como estudante de Jornalismo na Puc-Campinas. O caminho do centro, onde morava, para o Campus I da universidade também podia ser feito por ela, que naquele tempo era muito diferente. Depois de formado logo começou a atuar com o profissional na área e de emprego em emprego entrou por concurso com o professo de Jornalismo na Pucc. E o caminho pela Jasmim tornou-se ainda mais frequente. Passado um tempo, já casado e com filhos, foram estudar as crianças na Escola Curumim localizada na Jamim bem em frente à Rua das Hortências. EmAbril de 2008 veio a primeira edição do Jornal Alto Taquaral tematizada quase exclusivamente na na passeata que parou a rua. Jasmim Perigo era o grito do moradores que usavavam a via naquela época. E assim foi nestes 14 anos de vida do JAT. Para conhecer um pouco da hostória desta rua nas páginas do Jornal basta acessar o site www.jornalaltotaquaral.com.br e bucar “Rua Jasmim”.
São mais de 15 páginas do site com cerca de 15 noticias cada. Lá está, entre tantas outras, retratada a lamentável morte do ciclista Magno Pacheco de Aguiar que comoveu os moradores da rua.Cheia de comércios e prédio condomiais a rua com trânstio complicado ainda que a Emdec busque tentativa de minimizar o prblema como lombada física de redução de velocidade em frente ao Condomínio Parque Primavera, depois a lombada eletronica em frente a farmácia e agora o semáforo para pedestres em frente ao colégio particular Oficina do Estudante.
Apesar de tudo, o Perigo Continua! 

Editorial da Edição ZERO

Carta aberta 
Sr Prefeito, Vereadores, Diretor da Emdec, Promotores Públicos, Diretor da Cetesb Campinas e Presidente da Concima Construtora, ouçam o nosso grito:
Jasmim, perigo! Jasmim, perigo! Jasmim, perigo! Jasmim, perigo! Jasmim, perigo! Jasmim, perigo! Jasmim, perigo! Jasmim, perigo! Jasmim, perigo! 
Jasmim, perigo! Jasmim, perigo! Jasmim, perigo! Jasmim, perigo! Jasmim, perigo! Jasmim, perigo! Jasmim, perigo! Jasmim, perigo! Jasmim, perigo!
Jasmim, perigo! Jasmim, perigo! Jasmim, perigo! Jasmim, perigo! Jasmim, perigo!
Assinado: moradores e usuários da via criminosa.
*A direção deste Jornal sugere que a rua passe a ter o nome de Magno Pacheco de Aguiar, o ciclista que morreu depois de acidentado, na terça-feira, dia 20 de julho, vítima dotrânsito caótico da região e ainda publicou as imagens gravadas pelas câmeras do Condomínio Aldeia da Mata na hora do acidente no site: www.jornalaltotaquaral.com.br

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PÁGINA 3 DA ZERO E PÁGINA 3 DA 155
Na página da esquerda está a reprodução da Página 3 da Edição ZERO.
Na página da direita a Página 3 da Edição 155
14 ANOS DEPÓIS - Entrevista
DAY CARDOSO - Presidente da “Associação de Moradores do Santa Cândida”
 

1 – Como é o nome da Associação que a Sra. está como presidente?
DC - O nome com que foi registrada é Associação de Moradores e Amigos da Regiãos das Universidades. Mas será usado o nome fantasia de Associação de Moradores do Santa Cândida.

2- Por que só foi fundada agora?
DC - Na realidade, o Bairro tem muitos problemas como saneamento, pavimentação, assistência médica, creche, lazer. “ não temos esgoto, asfalto em parte do Bairro, creche, posto de saúde, praça entre outros”

3 – Já tem grupo de associados?
DC - Já temos, porem como estou esperando sair o CNPJ, estamos com menos de 100 associados, o que deve mudar bastante agora em abril quando faremos a assembleia geral.

4 – Quais bairros ela cobre?    
DC - Parque Rural Fazenda Santa Candida,Mansões Santo Antônio, Jardim Colonial, Jardim Santa Genebra, Parque das Universidades, Residencial Vila Bella Dom Pedro e Chácaras Primavera.

5 – Qual a maior dificuldade para criar uma associação de bairro?
DC - A burocracia principalmente e os custos que são altos, o engajamento dos moradores pois estão muito descrentes de tudo. No nosso caso havia outra associação criada há anos e que não teve continuidade porem continua a existir e foi um problema pela semelhança no nome.

6 – A Sra. tem outra atividade?
DC - Sou Cantora, Compositora, Empresaria Artística e produtora musical, porem com a pandemia, todos os shows foram cancelados e fiquei sem trabalho e renda. Comecei a fazer Pães, Bolos,e Tortas e acabou se tornando minha principal fonte de renda. Instagram – paocaseirodaycardoso  

7 – Tem filiação partidária? 
DC - Sim Cidadania

8 – Tem pretensão política?  
DC - Sim mas só no âmbito municipal, no estadual e federal não tenho interesse,  pois meu objetivo e melhorar meu Bairro e minha cidade. Esse ano tem eleição para deputado porem, já comuniquei ao partido que não vou me candidatar. Acho um absurdo o nosso bairro, nossa região, não ter um representante na câmara municipal. Nós estamos com uns 08 empreendimentos da Bild e MRV, aqui no nosso Bairro e por não termos representante na câmara e nem associação de moradores, as contrapartidas estão indo para outros bairros.  

9 – Uma associação de bairro dá trabalho mas também projeta?
DC - Não acredito que projete, pois com a associação acabo me indispondo com varias pessoas por problemas, hora por barulho, hora por a construtora trabalhar até mais tarde e outros. Aqui no Santa Cândida as pessoas tem o costume de votar em  candidatos de outra região, é difícil mudar e convencer as pessoas que é importante ter um representante. Eu fui candidata a vereadora na eleição passada e apresentei vários projetos muito bons para Campinas, como a creche para Idoso por exemplo. Não ganhei,  mas na campanha prometi que caso não ganhasse, eu criaria a associação de moradores para juntos tentarmos trazer alguma melhoria para nosso bairro, e é o que estou fazendo, cumprindo com minha promessa .

10 – Tem conseguido agenda com políticos?
DC - Ainda não, pois estamos a mais de seis meses lutando para receber o CNPJ e sem ele fica difícil, não dá para mandar oficio, agendar reuniões e etc.
Agora que mudamos o nome da associação, o CNPJ deve sair em meados de abril.

11 – Que tipo de reivindicação pretende levar a eles?
DC -Estamos com alguns ofícios prontos esperando somente o CNPJ para serem encaminhados. Por exemplo, aumentar a segurança do viaduto que liga o Santa Cândida à Puc I. Conseguir esgoto para o bairro, a pavimentação, uma creche e uma praça. Mas o que quero lutar,  junto com os moradores, é  canalizar o córrego que esta entre as  ruas Hermantino Coelho  e Lauro Vannucci para fazer um parque ecológico, por ser uma grande área verde, com grande potencial para fazer uma área de laser para os morados.

12 – O trânsito ainda é o maior problema da região?
DC - Sim pois a Emdec fechou as duas principais entradas e saídas do bairro, precisamos nos unir para conseguirmos reabri-las e dar vasão ao transito além de semaforos ema lguns cruzamentos perigos.

13 – E o esgoto também é?
DC - Sim pois a SANASA faz propaganda orgulhando-se de ter 100% de esgoto em Campinas quando metade do meu Bairro não conta com esgoto ainda usamos fossas . A minha infelizmente cedeu no final de Dezembro e foi um transtorno e prejuízo financeiro. O nosso bairro esta quase sem calçadas pois tem algumas que o mato esta com 2 metros de altura, as pessoas tem que caminhar no asfalto junto aos carros.

14 -  A Sra. acredita em pressão política?
DC - Acho que os políticos deveriam fazer o melhor possível,  simplesmente por ser o trabalho deles cuidar dos governados, afinal não trabalham gratuitamente, não é caridade, são remunerados para cuidar de nossa cidade e seus cidadãos. Imagina você conseguir fazer o bem e ainda ser remunerado.  Mas infelizmente não é assim que funciona e pressão funciona bastante, e se tivermos uma associação unida, vamos conseguir fazer a diferença em nosso bairro.

15 – Qual sua avaliação para o governo Dário Saadi?
DC - Acho que ele esta fazendo um bom trabalho, porem sozinho ninguém faz nada. O problema maior é que na administração dele abriu-se as porteiras para as construtoras começarem a levantar  vários empreendimentos sem que o bairro tenha o mínimo de estrutura.

16 – E os governos do Jonas?
DC - Eu acho o Jonas um grande administrador e na administração dele não teve nenhuma melhoria no nosso bairro, porem ele não autorizou que subissem os empreendimentos, o que já era uma vantagem.

17 – Qual a sua avaliação para os vereadores de Campinas?
DC - Me desculpa acho terrível julgar, mas vejo muito  a manutenção de mandato. Quando aparece um bom projeto e é aprovado, como  por exemplo: o que teoricamente forneceria ração para os cuidadores de animais e pessoas carentes com animais, ninguém consegue receber o beneficio. 

18 – O que espera conseguir com a Associação?
DC - Tudo o que já coloquei anteriormente,  trazer melhorias para nosso bairro e região.

19 – Qual vai ser sua primeira iniciativa?
DC - Vou Mandar os ofícios para os órgãos responsáveis e conseguir marcar uma reunião com Prefeito Dario.

20 – Qual mensagem deixa para o Jornal Alto Taquaral?
DC - Sei que todos nós estamos descrente da política e dos nossos governantes, mas tenho absoluta convicção  que só através de boa política pública é possível proporcionar uma vida mais digna para todos. Acho que o povo não tem ideia da força que tem quando estão unidos por um bem maior, e uma associação serve exatamente para isso para reunirmos forças e cobrar nossos direitos, afinal pagamos nossos impostos. 


PÁGINA 4 DA ZERO E PÁGINA 4 DA 155
Na página da esquerda está a reprodução da Página 4 da Edição ZERO.
Na página da direita a Página 4 da Edição 155
Reportagem
14 ANOS DEPOIS 
O novo trânsito revoltante

Oprédio no No. 700 da Rua Jasmim tem muita história já contada pelo JAT. O uso do imóvel adaptado pelo colégio Oficina do Estudante é só mais uma contribuição para o atribulado dia a dia desta via pública. O primeiro a complicar a vida dos moradores da região foi a multinacional Actionline que, em 2008, parava uma fila de ônibus para transportes dos funcionários encostados na calçada como fazem hoje os pais dos alunos para entrar na escola complicando o trânsito da via. O recuo na entrada do prédio pouco utilizado hoje pelo colégio é de 2008. A Emdec elaborou o projeto para a Actionline. O local de parada dos ônibus foi deslocado para dentro da calçada, da empresa e o trânsito na Jasmim foi liberado.
EMDEC, ONTEM E HOJE A EMDEC de 2008 obrigou a Actionline, da iniciativa privada, a remanejar o atendimento a seus usuários de forma a liberar o trânsito na Jasmin. Mesmo assim os moradores da Chácara Primavera, porém, continuaram reclamando do trânsito no local. 
EMDEC, ONTEM E HOJE
A EMDEC de 2022liberou, para o colégio particular, a faixa da esquerda da Jasmim (aquela ocupada pelos ônibus) para que pais de alunos possam esperar, em fila que chega até a Rua Adelino Martins a vez de entrar no colegio, prejudicando o transito no local.

COLUNA DESTAQUE
COLÉGIO ESCONDE PARTICIPAÇÃO NO SEMÁFORO
“Quem faz a gestão do trânsito em Campinas é a Emdec”.A posição da direção do colégio Oficina do Estudante que tem unidade na Rua Jasmim, 700 foi expressada em nota (publicada na íntegra no pé desta coluna) onde foi instalado, da noite para o dia, um semáforo para pedestres novinho. A novidade causou espanto a moradores especialmente os dos prédio vizinho. Assim o editor deste jornal enviou questionário à assessoria de imprensa do colégio perguntando:
1 - A direção do colégio oficiou à Emdec pela instalação do semáforo em frente da unidade da rua Jasmim?
Sem resposta.
2 - A direção do colégio foi procurada pela Emdec para viabilizar a instalação?
Sem resposta
3 - A direção do colégio foi procurada por alguma entidade representativa de moradores solicitando medidas para minimizar os congestionamentos de veículos de pais de alunos nos horário de entrada e saída?
Sem resposta
Funcionário da empresa, Daniel de Camargo enviou como resposta:
NOTA 
 A instalação de referente semáforo é de responsabilidade da Emdec, que faz a gestão do trânsito em Campinas. Contudo, a Oficina do Estudante avalia que a medida foi assertiva, pois garante maior segurança para os pedestres e motoristas do bairro.
NE: O autor da nota esqueceu de incluir os usuários do colégio entre os beneficiados.



PÁGINA 5 DA ZERO E PÁGINA 5 DA 155
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Reportagem
14 ANOS DEPOIS
 Na rua - Presente da Prefeitura 

O semáforo que custou quase R$ 80 mil aos cofres públicos foi instalado em março pela Emdec exatamente em frente ao prédio número 700 e onde funciona o colégio Oficina do Estudante com a justificativa de que pela Jasmim circulam, cerca de 12,4 mil veículos em dias úteis e que o semáforo em questão busca organizar o trânsito nos horários de pico (entrada e saída dos alunos). Em 2008 porém, com muito menos veículos circulando pela Jasmim em dias úteis a Emdec da época impediu o estacionamento dos ônibus em frente a empresa e organizou o transito nos horários de pico.
O semáforo de hoje pode até proporcionar a travessia segura de pedestres – estudantes e funcionários do colégio. Mas não para moradores dos condomínios residenciais existentes na região como fiz a Emdec.
MORADORES RECLAMAM
Os moradores dos condomínios estão reclmando sim é com a fila de carros de pais de alunos que ficam parados na faixa da esquerda impedindo inclusive a saída das garagens dos condomínios Eden Roc, Andréa Paladio, Ville de France e Rio Tamisa.
Estes moradores sempre usaram a faixa de pedestre na Jasmim esquina com a Rua da Hortências para a trasvessia.
Eles lembram ainda que a Jasmim já tem um semáforo na esquina da Adelino Martins e muito próximo do novo em frente ao colégio.
O semáforo do Oficina do Estudante é o terceiro deste tipo que a Emdec instala na região atendendo a iniciativa privada. Antes foi na Adelino Martins em frente a supermercado Dalben e ainda antes em frente ao prédio administrativo da CPFL na Rua Jorge de Figueiredo Corrêa, 1632

COLUNA DESTAQUE
EMDEC PAGA SEMÁFORO E COLÉGIO SÓ AS RAMPAS
“A Emdec investiu cerca de R$ 79,3 mil na implantação do equipamento. Uma parceria com o Colégio Oficina viabilizou a implantação de rampas de acessibilidade, custeadas pela instituição de ensino.” O texto acima é resposta a uma das questões eviadas pelo editor do Jat à assessoria de imprnesa da Emdec para saber porque e como o semáforo foi instalado em frente à escola particular. A empresa pública justificou assim a sua inciiativa:
“Além da instituição de ensino, a Rua Jasmim conta com estabelecimentos comerciais e empreendimentos residenciais. Por ela, circulam, cerca de 12,4 mil veículos em dias úteis. O semáforo em questão busca organizar o trânsito nos horários de pico e proporciona a travessia segura de pedestres – estudantes e funcionários da instituição de ensino, além de moradores dos condomínios residenciais existentes na região.”
NE: Os técnicos da Emdec tem dados substanciosos, claro. Mas o que se espera deles é que continuem monitorando o local onde permitiram também a fila dupla à esquerda o que causa congestionamentos imensos que chegam até o semaforo da Álvaro Lobo como mostramos aqui.



PÁGINA 6 DA ZERO E PÁGINA 6 DA 155
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Pelas ruas
14 ANOS DEPOIS - Descaso da Prefetura
Rota das Banderias, concessionária da Rod. D. Pedro I adianta que a situação ficou por conta da Prefeitura. Moradores  reclamam do descaso da Rota, da Prefeitura e do MP.

CARTA DO LEITOR
Desde a construção das marginais na Rod. D. Pedro ( SP-065 ) na altura do Km 136 ( ambos sentidos ), a Rota das Bandeiras executou apenas 1 dos 4 acessos previstos ( marginais-rodovia-bairros ) para os bairros Sta Cândida e Pq. Universidades, que re-permitiriam a população local ter novamente acesso à rodovia, como outrora era, até o fechamento pela Rota das Bandeiras dos acessos anteriores para construção das marginais. É dever da Rota das Bandeiras concluir os 3 acessos faltantes, pois já se passaram mais de 6 anos da conclusão da obra. 
Aguardamos as providências. 
Com a palavra, a Rota das Bandeiras, PMC, Ministério Público e, ARTESP. 
Ronaldo Silva - Comerciante do Bairro - Fone: (19) 97405-5572 - RG: 29.995.126-1/SSP-SP

A ROTA RESPONDE
“Reiteramos que, em nenhum momento, foi previsto o restabelecimento desses acessos após a conclusão da obra. Em resumo, o projeto que faz parte do TAC tem como premissa a segregação dos tráfegos rodoviários e local (longa e curta distância), garantindo maior segurança aos usuários locais a partir da separação dos veículos de alta, média e baixa velocidade.
Já com relação à rua Alessandro Payaro, em junho de 2017 a Concessionária apresentou à Prefeitura de Campinas uma solução tecnicamente viável para que pudessem executar a drenagem no local, permitindo na sequência a pavimentação da via. A execução dessas intervenções era de responsabilidade da Prefeitura de Campinas, conforme previsto no Plano Comunitário de Pavimentação, e a Concessionária não acompanhou a execução de eventuais obras no local, fora da faixa de domínio sob responsabilidade da Concessionária”.

ARTIGO
A Felicidade - 14 ANOS DEPOIS
Nos últimos trinta anos, os cidadãos da Dinamarca classificaram-se  melhor que cidadãos de 178 países em termos de satisfação com a vida de acordo com a respeitável revista médica britânica British Medical Journal, ne dição de  23 de dezembro de 2006. Os pesquisadores reviram seis possíveis explicações e concluíram que o segredo dom país é a cultura de baixa expectativa em relação ao sucesso. Kaare Kristian, como chefe da pesquisa acredita que a baixa expectativa em termos competitivos faz com que aqueles que tentam fazer o melhor sem o peso exagerado da expectativa desfrutem mais o resultado de eventuais vitórias.
A felicidade é um estado emocional que é caraterizado por sentimentos de saúde, bem estar, segurança, contentamento, prazer e amor. Inclui-se a presença de condições favoráveis de vida familiar, de amor no casamento e progresso econômico. Em oposição encontram-se a sensação de perda, ansiedade dor e sofrimento devido a frustrações várias e depressão. Diante das circunstâncias desfavoráveis como erros cometidos, rejeição sofrida, injustiças, acidentes, perda de emprego ou conflitos sobrevem a infelicidade. O filósofo grego Aristóteles, há mais de 2.300 anos, considerou que a felicidade era o que os seres humanos desejavam como consequência de suas ações e aquisições. Assim podemos deduzir que riqueza, fama, poder, amor e honra são todos meios para se atingir a felicidade.
Instituições sociais se estabeleceram para julgar mérito quanto à felicidade ou punição, desprezo e arte infelicidade permanente. Aceitou-se que a punição era necessária para corrigir, aperfeiçoar ou descartar seres humanos ‘sem mérito’. Acreditou-se que a felicidade duradoura ou mesmo permanente fosse algo inalcançável, defendeu-se que a felicidade viesse a ser encontrada somente em uma condição pós vida. Para se contrabalançar ao fato das pessoas justas poderem ser submetidas a injustiças e ao sofrimento, valorizou-se o martírio e o sofrimento como provações pelo misterioso critério divino. A valorização da punição tem justificado indevidamente o controle social cruel e o controle social violento foi utilizado para a promoção da tirania através dos séculos.
Em contraposição, nos últimos séculos, defendeu-se que a sociedade tem a obrigação de gerar a maior felicidade para maior número de pessoas. No seu lado extremo, considerou-se apenas quando as sociedades se aperfeiçoarem, a felicidade será ‘possível e justa’. A solução utópica da sociedade perfeita foi buscada por várias gerações no século 20, cada experimento neste sentido provou-se opressivo, conducente à cruel submissão social e extremamente para a expressão individual.
Por séculos, em algumas regiões da África, pensou-se nas consequências maléficas de cada ação, consequências essas que seriam inevitáveis uma vez a ação iniciada. Isto estimulou a ideia de que a inação e a passividade deveriam ser o objetivo maio da vida e, em decorrência, quanto menos fizéssemos em nossa existência tanto ‘melhor’ seria já que nos defenderíamos das maléficas ‘reações’ às ações empreendidas. Este pensamento promoveu a miséria, a estagnação e o descaso com a busca de benéficas soluções através da criatividade, da iniciativa e do trabalho. No ocidente um sonho semelhante chegou a ser acalentado  nos últimos 50 anos, o das drogas recreativas, mudando a percepção no sentido de ampliar o prazer e o senso de realizações, sem que  anda tivesse de ser realizado.
Estamos vivendo a era dos antidepressivos e outros psicofármacos, a felicidade está sendo também abordada pelo lado bioquímica cerebral a ser corrigida no caso de transtornos emocionais. Nesta mesma era, através das psicoterapias, busca-se a resolução de conflitos emocionais e promove-se o desenvolvimento humano, proporcionando uma melhora na nossa habilidade nos relacionamentos e adquirirmos mais prazer em nossa vida. A mente é um instrumento poderoso para obter qualquer coisa que acreditamos que alcançaremos. Certamente a felicidade é o maior objetivo.
Silvio Saidemberg é médido psiquiatra e psicoterapeuta. Hoje atua profissionalmente nos Estados Unidos.



PÁGINA 7 DA ZERO E PÁGINA 7 DA 155
Na página da esquerda está a reprodução da Página 7 da Edição ZERO.
Na página da direita a Página 7 da Edição 155
Acontece
14 ANOS DEPOIS - A cultura é on line
DIA 07 - Live: Daniel Becker - youtube do café - 18:00
DIA 10 - Na TV: Lúcia Santaella - v cultura e youtube do café - 19:00
DIA 12 - xpresso: Emílio Terron e Nando Bolognesi - tv cultura e youtube do instituto - 23:00
DIA 14 - Na TV: Luiz Alberto Oliveira - tv cultura e youtube do café - 19:00
DIA 19 - Live: Ilana Katz - youtube do café - 18:00
DIA 19 - Expresso: Taubkin e Célio Turino - tv cultura e youtube do instituto - 23:00
DIA 24 - Na TV: Tadeu Jungle - tv cultura e youtube do café - 19:00
DIA 26 - Expresso: Marcelino Freire e Xico Sá tv cultura e youtube do instituto - 23:00
DIA 28 - Cerimônia de entrega da Carreta Literária em São Leopoldo/RS - são leopoldo/rs - 15:00
DIA 28 - Live: Rinaldo Voltolini - youtube do café - 18:00
DIA 29 - Cinesolar em Sumaré (SP) - 18:00

20 ANOS DA CASA DO LAGO
“Esquisito Jardim do Sr. Estranho”
A programação para o dia 10/04 é a seguinte: às 10h30 se apresentará a Cia Sabre de Luz, com o espetáculo “Esquisito Jardim do Sr. Estranho” e às 11h30 será a vez da Cia Tomara Que Não Chova, com o espetáculo “Caravana Roliday”. Neste momento, os ingresssos para o dia 10 de abril ainda serão limitados e poderão ser retirados gratuitamente no dia 07 de abril, das 9h às 17h na Casa do Lago.

14 ANOS DEPOIS - Galleria é Cinépolis
“A Cinépolis é a maior operadora de cinemas na América Latina e a segunda no mundo com operação de mais de 5.400 salas em treze países. Desde sua chegada ao Brasil em 2010, é a rede com maior crescimento no mercado. Atualmente opera 50 cinemas em todo o Brasil com 369 salas com marcas destaque como Macro XE e IMAX. A Cinépolis é a maior operadora de salas VIP no país, também conta com a tecnologia 4DX – salas com poltronas com movimentos e instalações para gerar mais de 20 efeitos especiais sincronizados com o filme.”
A Cinépolis fica localizada no Galleria Shopping. Endereço: Rua Jacy Teixeira de Camargo, 940, Jardim do Lago 
Site/Blog: http://www.cinepolis.com.br/ - Telefone: (19) 3727-2300/ (19) 3500-8995

COLUNA DESTAQUE
CULTURA SOBREVIVE A DURAS PENAS NA REGIÃO
Um dos segmentos mais afetados pela pandemia de Covid 19 foi, sem dúvida alguma, o de Cultura 
e entretenimento. O Instituto Cultural CPFL que antes realiza seus ‘Cafés Filosóficos’ em seu próprio audirtório com publico presente sempre em grande número, hoje tansita sua programação pela rede de Internet. Os cinemas dos shoppings ficaram fechados por um bom tempo e sua reabertura se deu com preços de ingressos nas alturas afastando o público. Ainda assim é nos espaço destes centro de compra onde são realizadas atividades culturais que acabam agradando o público como exposições diversas. Outra opção de cultura para os moradores da região são atividade desenvolvidas dentro da Unicamp como a Casa do Lago por exemplo que também ficou fechada pelo tempo de pandemia e só agra esta reabrindo sua programação.
Mas com a volta da normalidade no caso da Covid19 outro espaço que também deve ter novas atrações e o Parque Portugal - Lagoa do Taquaral, especialmente na Concha Acústica que também ficou sem espetáculos por conta da pandemia. Apesar da importância de Campinas a Cultura  nos últimos tem,pos anda um pouco esquecida por aqui. Os secretários que pssaram pela prefeitura  nos governos do Jonas e agora do Dário pouco fizeram.



PÁGINA 8 DA ZERO E PÁGINA 8 DA EDIÇÃO155
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Na página da direita a Página 8 da Edição 155
Comércio local
14 ANOS DEPOIS -  O sol continua o mesmo
A pandemia de  Covid 19 que assolou o mundo marcou também o comércio de Campinas e forma mais significativa os pequenos comerciantes.
Na 
Galeria Pôr do Sol não foi diferente. Há poucas lojas funcionado por lá:
* Monticelli Pizzaria
* Caramelo Moda Feminina
* Espaço Fisio Estética e Saúde
* Das Minas Confort Foods
* Lav Center Lvanderia
* Collane Bolsas e Presentes
* Atelie Costura Original
* Barber Coffee
* Be You - workshopp Feminino



PÁGINAs 14 e 15 DA EDIÇÃO 155
Na página da esquerda está  o anúncio de parceria da Day Pães e Doces
Na página da diereita o anúncio de parceria com Etudio Marina Vieira


 
 
 
 




 

 
 
 

 

 





 


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